Joel Brito
Atendimento excepcional, médico educado, gentil, prestativo e atencioso. Em um mundo onde tudo é pressa e números, o Dr. Jessie foi humano e empático. Um excelente profissional. Recomendo.
A neuralgia pós-herpética é uma dor neuropática persistente que pode surgir após um quadro de herpes-zóster, no trajeto do nervo afetado. Em Goiânia, o Dr. Jessie Cardoso (CRM/GO 9363) avalia o quadro e pode considerar o bloqueio de nervo periférico guiado por ultrassom no controle da dor, conforme avaliação individual.
A neuralgia pós-herpética é uma forma de dor neuropática que persiste após a resolução das lesões de pele causadas pelo herpes-zóster (cobreiro). O vírus varicela-zóster, o mesmo responsável pela catapora, permanece latente no organismo após a infecção inicial e pode reativar anos depois, geralmente em um único nervo sensitivo. Ao reativar, causa dano à fibra nervosa, o que leva à dor crônica na região do trajeto acometido, mesmo depois que as lesões cutâneas já cicatrizaram. É a complicação mais comum do herpes-zóster, mais frequente em pessoas com mais de 50 anos, e pode acometer o trajeto de nervos intercostais ou outros dermátomos do corpo, como face, pescoço e membros.
A dor pode ser intensa o suficiente para interferir no sono, no humor e nas atividades diárias, e em alguns casos persiste por meses ou anos após o episódio inicial de herpes-zóster, o que reforça a importância do acompanhamento médico contínuo.
Estima-se que uma parcela relevante das pessoas que têm herpes-zóster desenvolva algum grau de neuralgia pós-herpética, sendo o risco maior quanto mais avançada a idade no momento da infecção. Quando a dor se estende por vários meses, pode haver impacto significativo na independência funcional, especialmente em idosos, o que torna o diagnóstico precoce e o acompanhamento regular ainda mais importantes.
O diagnóstico da neuralgia pós-herpética é clínico, baseado no histórico de herpes-zóster prévio e na presença de dor persistente no mesmo trajeto do nervo acometido, além de alterações características de sensibilidade na pele. A ultrassonografia pode auxiliar na avaliação de nervos periféricos acessíveis pela imagem, ajudando a planejar com mais precisão a região a ser tratada quando o bloqueio guiado é considerado. Essa avaliação combinada, clínica e por imagem, permite ao Dr. Jessie Cardoso personalizar a conduta conforme o trajeto e a intensidade da dor relatada por cada paciente.
Além do desconforto físico, a neuralgia pós-herpética pode limitar atividades simples, como vestir-se ou até o contato leve de lençóis durante o sono, devido à alodinia. Em pacientes mais idosos, a dor persistente também pode contribuir para isolamento social e piora do quadro emocional, o que reforça a importância de um acompanhamento que considere tanto o controle da dor quanto o bem-estar geral do paciente.
Conforme avaliação individual, o bloqueio de nervo periférico guiado por ultrassom, como o bloqueio intercostal em casos de acometimento dessa região, pode ser considerado no controle da dor associada à neuralgia pós-herpética. A imagem em tempo real permite localizar o nervo com mais precisão, favorecendo a segurança do procedimento. Essa abordagem faz parte do plano de tratamento da dor neuropática, que pode incluir também medicação específica e outras medidas, sempre definidas caso a caso.
Em muitos casos há melhora progressiva ao longo do tempo, mas parte dos pacientes desenvolve dor persistente. A evolução é individual, e o objetivo do tratamento é o controle dos sintomas.
O herpes-zóster é a infecção viral que causa as lesões de pele e a dor inicial. A neuralgia pós-herpética é a dor que persiste depois que essas lesões já cicatrizaram, decorrente do dano causado ao nervo durante a reativação do vírus.
A indicação depende da localização e da intensidade da dor, do tempo de evolução e do histórico clínico, avaliados em consulta.
A duração do alívio é individual e depende da resposta de cada paciente. O bloqueio faz parte de um plano de tratamento mais amplo da dor neuropática, que pode incluir reavaliações periódicas.
A vacinação contra o herpes-zóster, quando indicada conforme idade e histórico de saúde, pode reduzir o risco de reativação do vírus e de complicações. O tratamento precoce do herpes-zóster com medicação antiviral também pode diminuir o risco de dor persistente. Essa avaliação deve ser feita com o médico responsável.
Não é necessário encaminhamento para agendar a avaliação com o Dr. Jessie Cardoso em Goiânia.
Geralmente, considera-se neuralgia pós-herpética quando a dor persiste por mais de três meses após o desaparecimento das lesões de pele. Antes desse período, ainda faz parte da evolução esperada do herpes-zóster.
Agende sua avaliação com o Dr. Jessie Cardoso em Goiânia.
Agendar pelo WhatsAppO Dr. Jessie Cardoso é médico com quase 25 anos de experiência clínica, formado pela UFG (2001) e pós-graduado em Ultrassonografia. Aplica a precisão da imagem em tempo real ao tratamento da dor articular, realizando infiltrações guiadas por ultrassonografia. Sua trajetória inclui atuação como médico do SAMU (Goiânia e DF) e especialista em Resgate Aeromédico desde 2011.
Avaliações reais deixadas por pacientes no Google. Já foi atendido? A sua também é muito bem-vinda.
Joel Brito
Atendimento excepcional, médico educado, gentil, prestativo e atencioso. Em um mundo onde tudo é pressa e números, o Dr. Jessie foi humano e empático. Um excelente profissional. Recomendo.
Felipe Carneiro
Médico humano, tecnicamente excelente e o melhor de tudo: me passou a segurança que eu preciso para chegar na solução do meu problema de saúde! Recomendo fortemente!
Hernani Lopes
Excelente profissional. Consulta completa, com muita atenção aos detalhes. Explicações claras e plano totalmente adaptado à minha rotina. Recomendo.
Lorena Soares Furtado
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Pedro Pessoa
Ótimo médico! Atencioso, profissional e explica tudo com clareza. Recomendo!
Alan Jhone
Atendimento humanizado, excelente médico, sem pressa, bem explicado. Nota máxima, indico demais.
Atendimento presencial em Goiânia, no Jardim América (Avenida T-9, nº 2310, sala B507), com fácil acesso para toda a região metropolitana. Também disponível por telemedicina.
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